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domingo, outubro 30, 2011
quinta-feira, novembro 04, 2010
Relações de futuro
Recentemente meti-me a pensar como irão ser as comunicações daqui a uns anos...será que algum dos métodos que mantemos hoje perdurarão?
Pois estava a pensar em como foi a evolução das redes sociais, onde começamos com o IRC, onde todo o mundo se ligava e sorvia todas as coisas estranhas que por lá aconteciam. Este método era anónimo, poderíamos ter matulões motards a fazerem-se passar por meninas delicadas e lasciviosas de 18 anos, entre muitas outras situações. Após este fenómeno, veio o Friendster em 1995 que começou a oferecer as primeiras funcionalidades a que todos nos acostumámos, agora com direito a fotografia o que, de si não elimina a hipótese de identidades dúbias, mas permite agora que pessoas coloquem fotos suas em trajes menores. E foi a partir desta altura que apareceu o hi5, esse outro fenómeno! Toda a gente tinha hi5 para ser cool.
Com o aparecimento do hi5, vieram as fotos ainda mais estranhas de pedaços do corpo que não deviam ser colocados em open acess na net...mas sendo assim, houve dois caminhos seguidos; o do myspace e do facebook para os artísticos e os hippies e o site de encontros românticos (ou não) para os desesperados ou mais arrojados (quer acreditem quer não o gay.com já foi maior que o facebook!!!).
Hoje vivemos a época áurea das redes sociais em que toda a gente tem facebook e toda a gente passa lá metade do seu tempo. As pessoas preferem ter os “amigos” virtuais do que levantar o rabo da cadeira e ir interagir com pessoas de carne e osso.
Como será o futuro? Sendo que a distancia entre as pessoas será encurtada, quiçá por deslocações com pó de Flu ou como no Star Treck. Será que no futuro para conhecermos estranhos e para comunicarmos com os nossos “amigos” poderemos simplesmente aparecer-lhes na sala de estar e dizer olá!!! Quero ser tua amiga: CONFIRM OR IGNORE?
Pois estava a pensar em como foi a evolução das redes sociais, onde começamos com o IRC, onde todo o mundo se ligava e sorvia todas as coisas estranhas que por lá aconteciam. Este método era anónimo, poderíamos ter matulões motards a fazerem-se passar por meninas delicadas e lasciviosas de 18 anos, entre muitas outras situações. Após este fenómeno, veio o Friendster em 1995 que começou a oferecer as primeiras funcionalidades a que todos nos acostumámos, agora com direito a fotografia o que, de si não elimina a hipótese de identidades dúbias, mas permite agora que pessoas coloquem fotos suas em trajes menores. E foi a partir desta altura que apareceu o hi5, esse outro fenómeno! Toda a gente tinha hi5 para ser cool.
Com o aparecimento do hi5, vieram as fotos ainda mais estranhas de pedaços do corpo que não deviam ser colocados em open acess na net...mas sendo assim, houve dois caminhos seguidos; o do myspace e do facebook para os artísticos e os hippies e o site de encontros românticos (ou não) para os desesperados ou mais arrojados (quer acreditem quer não o gay.com já foi maior que o facebook!!!).
Hoje vivemos a época áurea das redes sociais em que toda a gente tem facebook e toda a gente passa lá metade do seu tempo. As pessoas preferem ter os “amigos” virtuais do que levantar o rabo da cadeira e ir interagir com pessoas de carne e osso.
Como será o futuro? Sendo que a distancia entre as pessoas será encurtada, quiçá por deslocações com pó de Flu ou como no Star Treck. Será que no futuro para conhecermos estranhos e para comunicarmos com os nossos “amigos” poderemos simplesmente aparecer-lhes na sala de estar e dizer olá!!! Quero ser tua amiga: CONFIRM OR IGNORE?
segunda-feira, setembro 20, 2010
Blast from the past
Ena pá as coisas que me lembro...este foi o filme que me acompanhou no meu tempo pré-primária, na minha VHS (que ainda existe) e na minha televisão a preto e branco...que saudades...
sábado, setembro 18, 2010
Difference in life
"You ain't sweet and cuddly, you ain't nothing but a common whore!"
"Well thank ya."
"Well thank ya."
segunda-feira, outubro 06, 2008
Necessidade do consumidor e normas estatais
Portanto, tudo começou no jantar da marisca, com um desvario próprio do nosso grupo: ah e tal não há prostitutos de rua suficientes para as mulheres, ou seja, não há homens de baixo custo a palmilhar as ruas, como o Conde Redondo, tendo como objectivo a satisfação das clientes do sexo feminino.
Para os senhores existe um amplo leque de escolhas que passam pelas afamadas do Monsanto e do Conde Redondo às senhoras brasileiras da sessão pessoal do jornal Metro que oferecem massagem eróticas em troco de muito pouco. Agora até já se comenta a sua bunda em tão parcas palavras que cada anúncio contém. Por isso, vê-se que a concorrência aumenta de dia para dia e as senhoras brasileiras tentam ao máximo colmatar essas faltas. Também podemos falar das senhoras de alta-roda que o fazem por pequenas fortunas, essas já não anunciam no jornal, têm casa própria e carro último modelo.
Desta última categoria também se encontram rapazes jeitosos capazes de dar um jeito à senhora mais desesperada, mas apenas em troco de uma pequena fortuna e uma viagem às Canárias.
Penso que a falta de senhores de baixo custo para as senhoras desesperadas mas sem dinheiro tem que ser colmatada e que nós, como grupo interessado no contínuo problema social em que o nosso país está mergulhado, devemos intervir.
Então, a nossa solução para o problema passa pelo recrutamento de membros do sexo masculino para essa profissão. Eles podem surgir de várias proveniências mas, e como manda o estado português, eles têm que ser submetidos a um rigoroso controlo de qualidade e, para manter um serviço de primeira, tem que haver uma unidade de inspecção.
Pensámos então que, se a ASAE é a unidade que controla tudo o que comemos e o ar que respiramos, não seria descabido criar uma sub-unidade intitulada ASAE- prostitutos de rua para senhoras.
Essa unidade seria então a responsável pela criação das condições para a prática dessa actividade se efectuar, distribuindo a cada membro inspeccionado um pequeno Q de qualidade aprovado pela União Europeia. Assim, para a senhora mais incauta, bastava procurar o pequeno símbolo no corpo do seu prostituto, sendo assegurada que as normas de qualidade eram cumpridas e que não haveria qualquer problema com o material a utilizar. Também, e porque são sempre necessárias informações extra quando se trata de produtos a consumir, poder-se-ia juntar a informação de nota artística e nota técnica do desempenho dos testes iniciais, sendo assim mais eficaz a procura do prostituto que satisfaça a necessidade de cada um.
Membros do sexo masculino já se mobilizaram contra esta acção e pensam instituir outra sub-categoria intitulada ASAE – prostitutos de rua para senhores…
Mais noticias para depois…
Para os senhores existe um amplo leque de escolhas que passam pelas afamadas do Monsanto e do Conde Redondo às senhoras brasileiras da sessão pessoal do jornal Metro que oferecem massagem eróticas em troco de muito pouco. Agora até já se comenta a sua bunda em tão parcas palavras que cada anúncio contém. Por isso, vê-se que a concorrência aumenta de dia para dia e as senhoras brasileiras tentam ao máximo colmatar essas faltas. Também podemos falar das senhoras de alta-roda que o fazem por pequenas fortunas, essas já não anunciam no jornal, têm casa própria e carro último modelo.
Desta última categoria também se encontram rapazes jeitosos capazes de dar um jeito à senhora mais desesperada, mas apenas em troco de uma pequena fortuna e uma viagem às Canárias.
Penso que a falta de senhores de baixo custo para as senhoras desesperadas mas sem dinheiro tem que ser colmatada e que nós, como grupo interessado no contínuo problema social em que o nosso país está mergulhado, devemos intervir.
Então, a nossa solução para o problema passa pelo recrutamento de membros do sexo masculino para essa profissão. Eles podem surgir de várias proveniências mas, e como manda o estado português, eles têm que ser submetidos a um rigoroso controlo de qualidade e, para manter um serviço de primeira, tem que haver uma unidade de inspecção.
Pensámos então que, se a ASAE é a unidade que controla tudo o que comemos e o ar que respiramos, não seria descabido criar uma sub-unidade intitulada ASAE- prostitutos de rua para senhoras.
Essa unidade seria então a responsável pela criação das condições para a prática dessa actividade se efectuar, distribuindo a cada membro inspeccionado um pequeno Q de qualidade aprovado pela União Europeia. Assim, para a senhora mais incauta, bastava procurar o pequeno símbolo no corpo do seu prostituto, sendo assegurada que as normas de qualidade eram cumpridas e que não haveria qualquer problema com o material a utilizar. Também, e porque são sempre necessárias informações extra quando se trata de produtos a consumir, poder-se-ia juntar a informação de nota artística e nota técnica do desempenho dos testes iniciais, sendo assim mais eficaz a procura do prostituto que satisfaça a necessidade de cada um.
Membros do sexo masculino já se mobilizaram contra esta acção e pensam instituir outra sub-categoria intitulada ASAE – prostitutos de rua para senhores…
Mais noticias para depois…
Uma questão de pires
Não és pires para a minha chávena…. Embora interessante, este conceito é bastante assustador. Nasceu numa boa tarde na esplanada do C2 quando a sra do bar me deu um pires pequeno demais para a base da minha chávena. Teorias ao despois, chegámos (eu e o zé) à conclusão que ai estava a explicação para o mal de amores que se sofre pelas nossas bandas: andamos todos a escolher mal os nossos pires…tudo isto porque andamos a tomar aquelas coisas que nos mexem com as hormonas (alguns de nós não é …). Essas coisas não nos deixam encontrar o homem da nossa vida, porque as nossas hormonas andam todas dopadas, em vez de escolher o melhor pool genético (o melhor pires), andamos todas encantadas com pires que efectivamente não nos servem. Penso que está na altura de nos deixarmos destas coisas e começarmos a escolher os pires com consciência, basta de pires que não nos assentam, basta de chávenas desemparelhadas, vamos todo praticar a boa arte do erotopires, a procura do pires ideal para a nossa delicada chávena.
Se alguém conseguir praticar eficazmente esta arte milenar que deixe aqui a sua posta, pois necessitam-se de encorajamentos para que nós continuemos a nossa malfadada procura.
Se alguém conseguir praticar eficazmente esta arte milenar que deixe aqui a sua posta, pois necessitam-se de encorajamentos para que nós continuemos a nossa malfadada procura.
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